Que não perdamos a capacidade de ajudar os outros mesmo quando eles não possam ver e mesmo que não possam nos dar em troca sua gratidão.



SEJAM BEM VINDOS


ENTRE E SINTA-SE A VONTADE.

Aqui neste cantinho voce encontrará palavras de fé, de amor de estímulo e de paz.
O nosso objetivo é o de levar até voce os ensinamentos do Cristo, de forma simples, mas enriquecedora ao seu bem estar.
Que o amor, a bondade e a misericória divina ilumine a todos.
Muita luz e paz em nossos corações.

Beijos fraternos.
Dilemar Neto.

AVE MARIA NO VIOLINO. OUÇA ENQUANTO LÊ AS MENSAGENS.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

A ORAÇÃO QUE EU ESQUECI

Senhor,
Proteja as nossas dúvidas,
porque a Dúvida é uma maneira de rezar.
É ela que nos faz crescer, porque nos obriga a olhar sem medo para as muitas respostas
de uma mesma pergunta.
E para que isto seja possível,
Senhor,
proteja as nossas decisões, porque a Decisão é uma maneira de rezar.
Dai-nos coragem para, depois da dúvida, sermos capazes de escolher entre um caminho e outro.
Que o nosso sim seja sempre um sim, e o nosso não seja sempre um não.
Que uma vez escolhido o caminho, jamais olhemos para trás, nem deixemos que nossa alma seja corroída pelo remorso.
E para que isto seja possível,
Senhor,
proteja as nossas ações,
porque a Ação é uma maneira de rezar.
Fazei com que o pão nosso de cada dia seja fruto do melhor que levamos dentro de nós mesmos.
Que possamos, através do trabalho e da Ação, compartilhar um pouco do amor que recebemos.
E para que isto seja possível,
Senhor,
proteja os nossos sonhos, porque o Sonho é uma maneira de rezar.
Fazei com que, independente de nossa idade
ou de nossa circunstância, sejamos capazes
de manter acesa no coração a chama sagrada
da esperança e da perseverança.
E para que isto seja possível,
Senhor,
dai-nos sempre entusiasmo,
porque o Entusiasmo é uma maneira de rezar.
É ele que nos liga aos Céus e à Terra, aos homens e às crianças,
e nos diz que o desejo é importante e merece nosso esforço.
É ele que nos afirma que tudo é possível,
desde que estejamos totalmente comprometidos
com o que fazemos.
E para que isto seja possível,
Senhor,
proteja-nos, porque a Vida é a única maneira
que temos para manifestar o Teu milagre.
Que a terra continue transformando a semente
em trigo, que nós continuemos transmutando o trigo em pão. E isto só é possível se tivermos
Amor - portanto, nunca nos deixe em solidão.
Dai-nos sempre a Tua companhia, e a companhia de homens e mulheres que têm dúvidas, agem, sonham, se entusiasmam, e vivem como se cada dia fosse totalmente dedicado à Tua glória.
Amém.

(Autoria: Paulo Coelho)

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

PEDIDO DE DESCULPAS



Como gentileza gera gentileza, eu tenho por  costume agradecer por e-mail,a cada um dos amigos que visitam e comentam as mensagens, bem como a cada um dos seguidores, razão da existência deste Blog.
Não sei o que está ocorrendo  com a net, ou com a adiministração dos  blogs, mas não tenho conseguido enviar nenhuma mensagem, para agradecê-los pela confiança, pelo carinho, pela força e incentivo.
Faça então por aqui o meu sincero agradecimento a todos voces.
Que a luz divina e a misericórdia celestial estejam presentes na vida de cada um, iluminando, protegendo e fazendo-os muito felizes.
Muita força,paz e amor.
Beijocas minhas
Dilemar



segunda-feira, 19 de setembro de 2011

PRINCÍPIO DO VÁCUO

 

Você tem o hábito de juntar objetos inúteis no   momento, acreditando que um dia (não  sabe     quando) poderá precisar deles?
Você tem o hábito de juntar dinheiro só para não gastá-lo, pois no futuro poderá fazer falta?
você tem o hábito de guardar roupas, sapatos, móveis, utensílios domésticos e outros tipos de equipamentos que já não usa há um bom  tempo?
E dentro de você?    Você tem o hábito de guardar mágoas,  ressentimentos, raivas e medos?
Não faça isso.
È antiprosperidade.
É preciso criar um espaço, um vazio, para que as coisas novas cheguem em sua vida. É preciso eliminar o que é inútil em você e na sua vida, para que a prosperidade venha.
É a força desse vazio que absorverá e atrairá tudo o que você almeja. 
Enquanto você estiver material ou emocionalmente carregado de coisas  velhas e inúteis, não haverá espaço aberto para novas oportunidades.
Os bens precisam circular. 
Limpe as gavetas, os  guarda-roupas, o quartinho lá do fundo, a garagem.
Dê o que você não usa  mais.
Venda, troque, movimente e não acumule. 
Dê espaço para o novo.
Não estamos falando do capitalismo/ consumismo, mas até mesmo aquele namoro que não ata nem desata.
A atitude de guardar um monte de coisas inúteis amarra sua vida.
Não são os objetos guardados que emperram sua vida, mas o significado da atitude de guardar.
Quando se guarda, considera-se a possibilidade da falta, da carência.
É acreditar que amanhã poderá faltar, e você não terá  meios de prover suas necessidades.
Com essa postura, você está enviando duas mensagens para o seu cérebro e para a vida:
      primeira, você não confia no amanhã e,
      segunda, você acredita que o novo e o melhor não são para você,  já que se contenta em guardar coisas velhas e  inúteis.
O princípio de não acreditar que o melhor é para você,  pode se manifestar, por exemplo, na conservação de um velho e inútil  liquidificador.
Esse princípio, expresso num objeto, denota um comportamento que pode também estar presente em outras áreas da sua vida gerando entraves ao sucesso e à prosperidade.
O simples fato de dar para alguém o velho liquidificador, colocando o objeto em circulação, cria um vácuo para que algo melhor ocupe o espaço deixado.
Emocionalmente, também.
Você passa a acreditar que o novo compensará o objeto doado.
Gente, uma faxina básica, apesar da trabalheira e do cansaço que provoca, ao final é sempre bem-vinda.
Arejar espaços, fora e dentro da gente faz um bem  enorme!
    Vamos lá... Mãos à obra!!
Desfaça-se do que perdeu a cor e o brilho e deixe entrar o novo em sua casa  e dentro de você! 
(Autoria desconhecida)

sábado, 17 de setembro de 2011

CÉU E INFERNO ÍNTIMOS

Conta-se que um dia um samurai, grande e forte, conhecido pela sua índole violenta, foi procurar um sábio monge em busca de respostas para suas dúvidas.

- Monge, disse o samurai com desejo sincero de aprender, ensina-me sobre o céu e o inferno.

O monge, de pequena estatura e muito franzino, olhou para o bravo guerreiro e, simulando desprezo, lhe disse:

- Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma, você está imundo. Seu mau cheiro é insuportável.

- Ademais, a lâmina da sua espada está enferrujada. Você é uma vergonha para a sua classe.

O samurai ficou enfurecido. O sangue lhe subiu ao rosto e ele não conseguiu dizer nenhuma palavra, tamanha era sua raiva.

Empunhou a espada, ergueu-a sobre a cabeça e se preparou para decapitar o monge.

- "Aí começa o inferno", disse-lhe o sábio mansamente.

O samurai ficou imóvel. A sabedoria daquele pequeno homem o impressionara. Afinal, arriscou a própria vida para lhe ensinar sobre o inferno.

O bravo guerreiro abaixou lentamente a espada e agradeceu ao monge pelo valioso ensinamento.

O velho sábio continuou em silencio.

Passado algum tempo o samurai, já com a intimidade pacificada, pediu humildemente ao monge que lhe perdoasse o gesto infeliz.

Percebendo que seu pedido era sincero, o monge lhe falou:

- "Aí começa o céu".

Para nós, resta a importante lição sobre o céu e o inferno que podemos construir na própria intimidade.

Tanto o céu quanto o inferno, são estados de alma que nós próprios elegemos no nosso dia-a-dia.

A cada instante somos convidados a tomar decisões que definirão o início do céu ou o começo do inferno.

É como se todos fôssemos portadores de uma caixa invisível, onde houvesse ferramentas e materiais de primeiros socorros.

Diante de uma situação inesperada, podemos abri-la e lançar mão de qualquer objeto do seu interior.

Assim, quando alguém nos ofende, podemos erguer o martelo da ira ou usar o bálsamo da tolerância.

Visitados pela calúnia, podemos usar o machado do revide ou a gaze da autoconfiança.

Quando injúria bater em nossa porta, podemos usar o aguilhão da vingança ou o óleo do perdão.

Diante da enfermidade inesperada, podemos lançar mão do ácido dissolvente da revolta ou empunhar o escudo da confiança.

Ante a partida de um ente caro, nos braços da morte inevitável, podemos optar pelo punhal do desespero ou pela chave da resignação.

Enfim, surpreendidos pelas mais diversas e infelizes situações, poderemos sempre optar por abrir abismos de incompreensão ou estender a ponte do diálogo que nos possibilite uma solução feliz.

A decisão depende sempre de nós mesmos.

Somente da nossa vontade dependerá o nosso estado íntimo.

Portanto, criar céus ou infernos portas à dentro da nossa alma, é algo que ninguém poderá fazer por nós.

Pense nisso!

Sua vontade é soberana.

Sua intimidade é um santuário do qual só você possui a chave.

Preservá-la das investidas das sombras e abri-la para que o sol possa iluminá-la só depende de você.

Pense nisso!
 

Autor:
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em conto popular.


sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Bezerra de Menezes - O Médico dos Pobres ·


      
Bezerra de Menezes acabava de presidir a uma das sessões públicas da Casa de Ismael, na Avenida Passos.
Era uma noite de terça-feira do mês de Junho de 1896.
Sua palavra esclarecida e carinhosa, à moda de uma chuva fina e criadeira, no dizer de M. Quintão, penetrava às almas de quantos, encarnados e desencarnados, lhe ouviam a evangélica dissertação sobre uma Lição do Livro da Vida!
Os olhos estavam marejados de lágrimas, tanto de ouvintes como os do próprio Orador.
Acabada a Sessão, descera Bezerra com passos lentos, ainda emocionado, as escadas da Federação Espírita Brasileira.
E ia, humildemente, indagando dos mais íntimos, se ferira alguém com sua palavra, que lhe perdoassem o descuido, e ia descendo e afagando a todos que o esperavam ávidos dos seus conselhos, dos seus sorrisos, do seu olhar manso e bom.
No sucedâneo da escada, localizou um irmão, de seus 45 anos, cabelos em desalinho, com a roupa suja e amarrotada.
Os dois se olharam. Bezerra compreendeu logo que ali estava um Caso, todo particular, para ele resolver.
Oh! Benditos os que têm olhos no coração!
E Bezerra os tinha e os tem!
E levou o desconhecido para um canto e lhe ouviu, com atenção, o desabafo, o pedido:
- Dr. Bezerra, estou sem emprego, com a mulher e dois filhos doentes e famintos... E eu mesmo, como vê, estou sem alimento e febril!
Bezerra, apiedado, verificou se ainda tinha algum dinheiro. Nada encontrou nos bolsos. Apenas a passagem do bonde...
Tornou-se mais apiedado e apreensivo.
Levantou os olhos já molhados de pranto para o alto e, numa Prece muda, pediu Inspiração a Maria Santíssima, seu Anjo Tutelar e solucionador de seus problemas. Depois, virando-se para o Irmão:
- Meu filho, você tem fé em Nossa Senhora? A Mãe do Divino Mestre, a nossa Mãe Querida?
- Tenho e muita Dr. Bezerra!
- Pois, então, em Seu Santíssimo Nome, receba este abraço.
E abraçou o desesperado Irmão, envolvente e demoradamente.
E, despedindo-se:
-Vá, meu filho, na Paz de Jesus e sob a proteção do Anjo da Humanidade. E, em seu lar, faça o mesmo com todos os seus familiares, abraçando-os, afagando-os. E confie Nela, no Amor da Rainha do Céu, que seu Caso há de ser resolvido.
Bezerra partira.
A caminho do lar, meditava: teria cumprido seu dever, será que possibilitara ajuda ao irmão em prova, faminto e doente?
E arrependia-se por não lhe haver dado senão um abraço.
Não possuía nenhum dinheiro. O próprio anel de grau já não estava nos seus dedos. Tudo havia dado. Não tendo dinheiro, dera algo de si mesmo, vibrações, bom ânimo, moeda da alma, ao irmão sofredor e não tinha certeza de que isso lhe bastara...
E, neste estado de espírito, preocupado pela sorte de um seu semelhante, chegou ao lar.
Uma semana passara-se. Bezerra não se recordava mais do sucedido.
Muitos eram os problemas alheios.
Após a sessão de outra terça-feira, descia as escadas da Federação.
Alguém, no mesmo lugar da escada, trazendo na fisionomia toda a emoção do agradecimento, toca-lhe o braço e lhe diz:
-Venho agradecer-lhe, Dr. Bezerra, o abraço milagroso que me deu na semana passada, neste local e nesta mesma hora. Daqui saí logo sentindo-me  melhor. Em casa, cumpri seu pedido e abracei minha mulher e meus filhos. Na linguagem do coração, oramos todos à Mãe do Céu. Na água que bebemos e demos aos familiares, parece, continha alimento.
Pois dormimos todos bem. No dia seguinte, estávamos sem febre e como que alimentados... E veio-me uma inspiração, guiando-me a uma porta, que se abriu e alguém por ela saiu, ouviu meu problema, condoeu-se de mim e me deu um emprego, no qual estou até hoje. E venho lhe agradecer a grande dádiva que o senhor me deu, arrancada de si mesmo, maior e melhor do que dinheiro!
O ambiente era tocante!
Lágrimas caíam tanto dos olhos de Bezerra como do irmão beneficiado e desconhecido.
E uma Prece muda, de dois corações unidos, numa mesma força gratulatória, subiu aos Céus, louvando Aquela que é, em verdade, a Porta de nossas Esperanças, a Mãe Sublime de todas as Mães, a Advogada querida de todas as Nossas Causas!
 
Adolfo Bezerra de Menezes, nascido em 29/Ago/1831, em Riacho Grande, Ceará.
Aos 49 anos, em 1880, foi presidente da Câmara Municipal e líder do seu partido. Sempre foi muito criticado, pois como era honesto, irritava os desonestos, que para atingi-lo, chamavam-no de ladrão.
Recebe a alcunha de "Médico dos Pobres". Foi-lhe dado mais por troça, mas ele o aceitou com orgulho, disse depois que foi o mais honroso título que já recebera.
Aos 53 anos, em 1884 funda-se a Federação Espírita Brasileira, onde foi criado por ele o processo de explicação popular do Livro dos Espíritos.
Aos 63 anos, em 1895 Bezerra é chamado à presidência da FEB.
Desencarnou em 11 de Abril de 1900 com 69 anos, pobre, provando a todos sua honestidade, um grupo de amigos se cotizou para juntar o dinheiro do seu enterro e manter a família.
No Plano Espiritual, em 1950, Maria de Nazaré chamou-o para zonas superiores, mas ele preferiu ficar aqui, junto de seus pobres e doentes.
 
Sua vida é um exemplo de probidade, de amor ao próximo, em que ele ganhou 50 encarnações em apenas uma, não precisamos fazer tanto, mas podemos ganhar uma ou duas apenas tentando um pouco
Autoria desconhecida

terça-feira, 13 de setembro de 2011

NINGUÉM FOGE À LEI DA REENCARNAÇÃO




ONTEM, atraiçoamos a confiança de um companheiro, induzindo-o à derrocada moral.
HOJE, guardamo-lo na condição do parente difícil, que nos pede 
sacrifício incessante.
ONTEM, abandonamos a jovem que nos amava, inclinando-a ao mergulho na lagoa do vício.
HOJE, têmo-la de volta por filha incompreensiva, necessitada do nosso amor.

ONTEM, colocamos o orgulho e a vaidade no peito de um irmão que nos seguia os exemplos menos felizes.
HOJE, partilhamos com ele, à  feição  de esposo despótico ou de filho-problema, o cálice amargo da redenção.

 
ONTEM, esquecemos compromissos veneráveis, arrastando alguém ao suicídio.
HOJE, reencontramos esse mesmo alguém na pessoa de um filhinho, portador de moléstia irreversível, tutelando-lhe, à custa de lágrimas, o trabalho de reajuste. 


ONTEM,abandonamos a companheira inexperiente,à míngua de todo auxílio, situando-a nas garras da delinqüência
HOJE, achâmo-la ao nosso lado, na presença da esposa conturbada e doente,a exigir-nos a permanência no curso infatigável da tolerância.
ONTEM, dilaceramos a alma sensível de pais afetuosos e devotados, sangrando-lhes o espírito, a punhaladas de ingratidão
HOJE, moramos no espinheiro, em forma de lar, carregando fardos de angústia, a fim de aprender a plantar carinho e fidelidade.
À frente de toda dificuldade e de toda prova, abençoa sempre e faze o melhor que possas.
Ajuda aos que te partilham a experiência, ora pelos que te perseguem, sorri para os que te ferem e desculpa todos aqueles que te injuriam...
A humildade é a chave de nossa libertação.
E, sejam quais sejam os teus obstáculos na família, é preciso reconhecer que toda construção moral do Reino de Deus, perante o mundo, começa nos alicerces invisíveis da luta em casa.

Amor e Vida em Família- Chico Xavier /Emmanuel-1995.

PAI NOSSO ORQUESTRADO

SOU TEU ANJO

UM DIA A GENTE APRENDE.

♥i ♥♥