Que não perdamos a capacidade de ajudar os outros mesmo quando eles não possam ver e mesmo que não possam nos dar em troca sua gratidão.



SEJAM BEM VINDOS


ENTRE E SINTA-SE A VONTADE.

Aqui neste cantinho voce encontrará palavras de fé, de amor de estímulo e de paz.
O nosso objetivo é o de levar até voce os ensinamentos do Cristo, de forma simples, mas enriquecedora ao seu bem estar.
Que o amor, a bondade e a misericória divina ilumine a todos.
Muita luz e paz em nossos corações.

Beijos fraternos.
Dilemar Neto.

AVE MARIA NO VIOLINO. OUÇA ENQUANTO LÊ AS MENSAGENS.

Mostrando postagens com marcador criança. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador criança. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 15 de julho de 2010

FASCINAÇÃO

                                                                                       Fascinação para mim, é ter esperanças no amanhã
Saber que após a noite vem o dia
Viver intensamente as emoções
Não invadir o espaço alheio
Ser espontâneo
Apreciar o nascer e o pôr-do-sol
Amar as pessoas incondicionalmente
Ter pensamento positivo
Respeitar os sentimentos dos outros
Rir dos próprios erros
Saber trabalhar em equipe
Ser sincero
Encontrar a felicidade nas pequenas coisas
Entender que somos pessoas únicas
Enxergar além das aparências
Descobrir que precisamos dos outros
Esquecer o que já passou
Buscar novos horizontes
Perceber que somos humanos
Vencer a nós mesmos
Ver a beleza da alma
Vencer a passividade
Saber que a vida é consequência das
nossas atitudes.
Não procrastinar as decisões
Mimar a criança interior
Deixar acontecer
Praticar a humildade
Adorar o calor humano
Curtir as pequena vitórias
Viver apaixonado pela vida
Visualizar só coisas boas
Entender que há limites
 

terça-feira, 22 de junho de 2010

POEMA DA CARIDADE


Ela tinha no rosto uma expressão tão calma
Como o sono inocente e primeiro de uma alma
Donde não se afastou ainda o olhar de Deus;
Uma serena graça, uma graça dos céus* *,
Era-lhe o casto, o brando, o delicado andar,
E nas asas da brisa iam-lhe a ondear
Sobre o gracioso colo as delicadas tranças.





Levava pela mão duas gentis crianças.
Ia caminho. A um lado ouve magoado pranto.
Parou. E na ansiedade ainda o mesmo encanto
Descia-lhe às feições. Procurou. Na calçada
À chuva, ao ar, ao sol, despida, abandonada
A infância lacrimosa, a infância desvalida,
Pedia leito e pão, amparo, amor, guarida.






 
 
E tu, ó Caridade , ó virgem do Senhor,
Nenhum seio amoroso como tomaste Crianças,
E Entre beijos - Só TEUs - o pranto lhes secaste
Dando - lhes leito e pão , guarida e amor .


(Machado de Assis , em Crisálidas ')




segunda-feira, 14 de junho de 2010

Para minha filha Larissa

Em meus braços te embalei, ó filha,
Em meus seios te saciei a fome,
Em teu sorriso via a ternura,
Tanta meiguice, delicioso encanto.

Naquele momento de grande magia
Senti vibrar em meu coração
Uma mistura de três sentimentos,
Amor, alegria, gratidão.

Nada existe de mais sublime,
Ter nos braços um filho teu,
Vendo a multiplicação da vida,
Operada pelas mãos de Deus.

Pequeno ser que de tudo depende,
Pequeno ser que se agiganta
Quando criança que ser adulto,
Quando adulto que ser criança.

Você é luz em nossa vida
Você é a vida da nossa luz
Foi um presente vindo do céu
Abençoada por Jesus.

Hoje crescida já se fez mulher
Profissional e bem sucedida
Responsável, competente,
No seu mister de cuidar de vidas.

Com carinho e serenidade,
Vai cuidando direitinho,
Do coração dos jovens
E dos pacientes velhinhos.

Com galhardia venceu
As intempéries da vida
Realiza o seu trabalho
Com amor e alegria.

Por isso e muita mais
Merece o nosso aplauso,
Nosso amor e nosso afeto
E muitos e muitos abraços.

De Dilemar para Larissa
Moc,10/06/2010

sábado, 12 de junho de 2010

ONDE ESTÁ DEUS?

Onde está Deus? Pergunta o cientista,
Ninguém jamais o viu, quem ele é?
Responde às pressas, o materialista:
Deus é somente uma invenção da fé.
O pensador dirá, sensatamente:
Não vejo Deus, mas sinto que Ele existe;
A natureza mostra claramente ,
Em que o poder do Criador consiste

 
  
Mas o poeta dirá, com segurança
De quem afirma porque tem certeza,
Eu vejo Deus, no riso da criança .
No céu, no mar, na luz da natureza.
 
   
Contemplo Deus brilhando nas estrelas,
No olhar das mães fitando os filhos seus,
Nas noites de luar, Claras e belas,
Que em tudo pulsa o coração de Deus.

  
 
 
Eu Vejo Deus nas flores e nos prados,
Nos astros a rolar pelo infinito,
Escuto Deus na voz dos namorados,
E sinto Deus nas lágrimas do aflito

   
Percebo Deus na frase que perdoa,
Contemplo Deus na mão que acaricia,
Encontro Deus na criatura boa,
E sinto Deus na paz e na alegria..



 
 
 
Eu vejo Deus no médico salvando,
Pressinto Deus na dor que nos irmana,
Descubro Deus no sábio procurando
Compreender a natureza humana

 
Eu vejo Deus no gesto de bondade,
Escuto Deus nos cântigos do crente,
Percebo Deus no sol, na liberdade
E vejo Deus na planta e na semente
 
 
 


Eu vejo Deus, enfim, por toda parte
Que tudo fala dos poderes Seus,
Descubro Deus nas expressões da arte
No amor humano também encontro Deus.
   
Mas onde sinto Deus com mais beleza
a Sua mais sublime e pura vibração,
É no coração pulsante da natureza,
É dentro do meu próprio coração.




 
(Belissímo poema  de Ney Ataide).

terça-feira, 8 de junho de 2010

NÃO DEIXE O SOCORRO CHEGAR TARDE DEMAIS,

Não espere o amanhã para praticar a caridade. O dia de amanhã pode não chegar, e se chegar, o socorro poderá  já não ser mais necessário.
Você já parou para pensar, algum dia, a respeito da caridade?

De um modo geral, confundida com a esmola pura e simples, o dar para se ver livre do pobre, do pedinte, dar para que ele se vá, de uma vez.

Face aos problemas da fome, da miséria, já não lhe ocorreu dizer: Isto é um problema do governo? Será mesmo?

Afinal, quem, em que hora, quando e em que lugar deve praticar a caridade?


Certa vez, no tempo dos czares, no Teatro de Moscou, foi representada uma peça muito célebre.
Todas as dependências estavam totalmente tomadas pelos membros da realeza.
O enredo girava em torno dos sofrimentos de um soberano místico que, em meio a cruéis padecimentos, sacrificou-se pela fé cristã.
A música enlevava os corações da nobreza assistente. Todos se identificavam com as agonias cristãs da personagem que, de alguma forma, traduzia um pouco do íntimo de cada um.
Quando findou o colorido espetáculo, à saída do Teatro, deitado sob a marquise, estava um mendigo.
Tiritava de frio. Parecia que delirava em meio à nevasca da noite.
Uma das damas da corte, ao descer as escadarias que a levariam à sua carruagem, movida por um natural impulso de bondade, retirou o rico casaco de peles que a agasalhava, e se encaminhou em direção ao pobre homem, com a firme intenção de o cobrir.
A dama que lhe fazia companhia, porém, percebendo o que a outra iria fazer, a deteve.
Não faças isso!
De que adiantaria a esse miserável uma peça de vestuário de tal valor? Amanhã enviarás, por um dos teus servos, agasalhos quentes para ele.
A dama do casaco de alto preço, movida agora por sentido utilitarista da vida, respondeu: Sim, tens razão. E tornou a vestir o casaco, buscando a carruagem.
Chegaram ao luxuoso castelo, tomaram um chá quente e reconfortante e buscaram as camas aconchegantes.
Esqueceram da agonia do desconhecido tombado sob a marquise gélida.
No dia seguinte, despertando já manhã alta, a dama recordou-se do homem tiritante de frio.
Chamou um de seus servos e ordenou que levasse agasalhos ao pobre homem.
Quando lá chegou, o serviçal se deparou com o desconhecido já morto, sendo removido pela polícia.
* * *
O fato responde aos questionamentos iniciais.
Sempre que a caridade recebe a interferência de polêmicas, discussão, debate, invariavelmente o socorro chega atrasado.
É necessário que cada um de nós faça o bem hoje. Há muitas formas de se praticar a caridade:
Retirar alguém da escuridão do analfabetismo. Providenciar internamento devido a um doente sem recursos.
Levar o remédio necessário ao que se encontra no leito. Propiciar o leite a uma criança cuja mãe já apresenta os seios vazios.
Ofertar um brinquedo ao menino de rua, ao garoto sem pais, à criança que espera.
Enfim, ser caridoso é fazer aos outros o que desejamos que os outros nos façam, tanto no aspecto material como no moral.
* * *
As nossas posses de nada valerão se não tivermos no cofre do coração o pão da caridade e a palavra consoladora da misericórdia que nos compete distribuir.
Dar do que nos sobra é dever de solidariedade, dar um tanto mais é doação plena.

Redação do Momento Espírita com base no cap. 9 do livro Moldando o terceiro milênio, de Fernando Worm, ed. Leal e cap. 16 do livro Estudos espíritas, do Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Feb.

PAI NOSSO ORQUESTRADO

PRECE DE CÁRITAS

SOU TEU ANJO

UM DIA A GENTE APRENDE.

♥i ♥♥