Que não perdamos a capacidade de ajudar os outros mesmo quando eles não possam ver e mesmo que não possam nos dar em troca sua gratidão.



SEJAM BEM VINDOS


ENTRE E SINTA-SE A VONTADE.

Aqui neste cantinho voce encontrará palavras de fé, de amor de estímulo e de paz.
O nosso objetivo é o de levar até voce os ensinamentos do Cristo, de forma simples, mas enriquecedora ao seu bem estar.
Que o amor, a bondade e a misericória divina ilumine a todos.
Muita luz e paz em nossos corações.

Beijos fraternos.
Dilemar Neto.

AVE MARIA NO VIOLINO. OUÇA ENQUANTO LÊ AS MENSAGENS.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

AMIGOS ESPIRITUAIS


A Providência divina manifesta-se incessantemente em todas as situações e lugares, proporcionando vasta gama de recursos, com vistas à proteção, ao futuro e ao progresso das criaturas.
Este amparo acontece de infinitos modos...
Um deles dá-se por intermédio de tutores espirituais, conhecidos no meio espírita pelo nome de guias espirituais ou amigos espirituais.
É grandiosa e sublime a doutrina dos guias espirituais, pois revela a providência, a bondade do criador para com seus filhos, provendo-os de meios para o aperfeiçoamento.

Para efeitos didáticos Kardec classificou os guias espirituais em três categorias:


1- Espíritos protetores


2- Espíritos familiares

3- Espíritos simpáticos

O Espírito protetor, ou anjo guardião, é sempre um bom espírito, mais evoluído.


Trata-se de um orientador principal e superior. Sua missão assemelha-se de um pai com relação aos filhos: a de orientar o seu protegido pela senda do bem auxiliá-lo com seus conselhos, consolá-los em suas aflições, levantar-lhe o ânimo nas provas da vida.

Os Espíritos protetores não constituem seres privilegiados, criados puros e perfeitos mas sim Espíritos que chegaram à meta, depois de terem percorrido a estrada do progresso.

A missão dos Espíritos protetores tem duração mais ou menos prolongada, pois estes acompanham o protegido desde o nascimento até a desencarnação, e muitas vezes durante várias existências corpóreas.


São almas que já trilharam as experiências de diferentes encarnações, as mesmas pelas quais estamos passando, e conquistaram, pelo próprio esforço, uma ordem elevada.


A atuação do protetor espiritual não é de intervenção absoluta, pois apesar de influir em nossa vontade, evita tomar decisões por nós e contra nosso livre arbítrio...


Sofre quando erramos, embora esse sofrimento não seja revestido das mesmas paixões humanas, porque ele sabe que, mais cedo ou mais tarde, o seu tutelado voltará ao bom caminho.


Os Espíritos protetores, em realidade jamais abandonam seus protegidos, apenas se afastam ou "dão um tempo" quando esses não ouvem seus conselhos.

Espíritos protetores dedicam-se mais a orientação de uma pessoa em particular, não deixando, entretanto, de velar por outros indivíduos, embora o façam com menos exclusividade. Exercem supervisão geral sobre nossa existência, tanto no aspecto intelectual, incluindo as questões de ordem material, quanto moral, emprestando ênfase a esta última, por ser a que tem preponderância em nosso futuro de seres imortais.


Desde, porém que chamados, voltam para seus pupilos, a fim de auxiliá-los no recomeço.


Por isso atendemos ao conselho de Joana de Angelis:


- Tome cuidado para que não se afaste psiquicamente do teu anjo guardião.


Ele jamais se aparta de seu protegido, mas este, por presunção ou ignorância rompe os laços de ligação emocional e mental, debandando-lhe da rota libertadora.

Quando erres e experimente a solidão refaze o passo busca-o pelo pensamento em oração, partindo de imediato para a ação edificante.

Momento chega, porém em que o aprendiz deixa de ser tutelado. Isso acontece quando o espírito atinge o ponto de guiar-se a si mesmo, estágio que por enquanto não se dá na Terra planeta de expiações e provas.

Espíritos familiares são orientadores secundários....

Embora menos evoluídos, igualmente querem o nosso bem.

Podem ser os Espíritos de nossos parentes, familiares ou amigos. Seu poder é limitado e sua missão é mais ou menos temporária junto ao protegido.

Ocupam-se com particularidades da vida intima do protegido e só atuam por ordem ou permissão dos Espíritos protetores, como por exemplo, quando o socorrido está recalcitrante e não ouve os conselhos superiores, ou apresentam comportamento enigmático.

Vigilância, psc. Divaldo Pereira Franco

Espíritos simpáticos: podem ser bons ou maus, conforme a natureza das nossas disposições intima. Ligam-se a nós por certa semelhança de gostos, de acordo com nossas inclinações pessoais. A duração de suas relações, que também são temporárias, se acha subordinada a determinadas circunstâncias, vinculadas a persistência dos desejos e do comportamento de cada um. Simpatizam-se com nossas idéias, com nossos projetos, procuram nos ajudar e, muitas vezes, tomam nossas dores contra nosso adversários, situação em que não contam com beneplácito dos Espíritos protetores.

Em síntese...

Deus não nos atende pessoalmente, conforme nossos caprichos, mas por intermédio de suas leis imutáveis, e de seus mensageiros, isto é, Deus auxilia as criaturas por intermédio das criaturas.


O amigo espiritual comparece quando é invocado por meio de uma simples prece.

 
Ninguém está desamparado não existe parcialidade nem privilégio nas leis Divinas, ou seja, cada um recebe de acordo com seu merecimento de conformidade com seus esforços...

O processo, no qual te encontras engajado, é de evolução, resolve-te por avançar, sem as contramarchas tormentosas.

Ascendendo psiquicamente e harmonizando-se emocionalmente, far-te-as respeitado pelos Espíritos perturbadores que, mesmo intentando molestar-te não encontrarão receptividade da tua parte.

Recorda-te por fim de Jesus.

Quem o encontrou, descobriu um tesouro luminoso, e, enriquecendo-se com Ele, jamais tropeçará em sombra e aflições.

Impregna-te dele, e sê feliz, sem mais controvérsia.

Joana de Angelis

Nessa hipótese, o Espírito familiar por ter mais intimidade e vínculos sentimentais com o protegido, é aceito como colaborador, de modo a auxiliar na solução de problemas específicos. Podem por exemplo, influenciar na decisão de um casamento, nas atividades profissionais, ou mesmo na tomada de decisões importantes que envolvam o cumprimento da Lei de Causa e Efeito, conforme a necessidade do atendido...

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