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segunda-feira, 24 de maio de 2010
DEUS
'Quando Deus tira algo de você, Ele não está punindo-o, mas apenas abrindo suas mãos para receber algo melhor'.
sábado, 22 de maio de 2010
NÃO AO ABORTO. SIM À VIDA
A vida é um dom inalienável de Deus.
Como podemos nós, simples e imperfeitos mortais,
ousarmos inconsequentemente cercear a vontade do Pai?
Como por fim a uma vida que apenas se inicia e não nos pertence?
Como podemos ser tão estúpidos a ponto de decidir por outrem?
Não somos portadores de nenhuma autoridade para extirpação de vidas.
Filho não é o fim nem meio. Filho é o início de tudo.
Matar é crime em qualquer circunstância, mas o gesto se torna ainda mais hediondo, quando a vítima não detém qualquer meio de defesa.
E é assim que ocorre no aborto; o feto indefeso sofre duplamente as dores da dilaceração; uma pela dor física propriamente dita, a outra, talvés pior, por ver sua missão ser brutalmente interrompida aqui na terra.
É provável que este espírito tenha esperado séculos para retornar, e de repente se vê indesejado e expurgado por corações embrutecidos e mãos impiedosas.
É extremamente cruel e egoista impedirmos uma alma de passar pelas prova que serviria de intrumento ao corpo que se estava formando.
Devemos lembrar que se agora aqui estamos, inclusive escrevedo este artigo, é porque já tivemos um útero que nos abrigou,uma alma generosa que nos acolheu.
O aborto é um crime nefando e odiável.
Não olvidem que o ser em formação tem um compromisso cármico a ser cumprido e aquele que deter esta marcha,levará em sua bagagem de volta à casa do Pai, um pesado fardo chamado responsabilidade criminal.
E quando Deus perguntar a cada pai e à cada mãe: que fizestes do(s) filho(s) confiado(s) a vossa guarda?
Provalvemente Lhes faltará voz para responder-Lhe: eu pratiquei o aborto, eu matei meu filho.
Digamos não ao aborto. Digamos sim à vida..
Vamos receber,acolher e amar os filhos que bondosamente Deus nos enviar.
É tão gratificante, tão gostoso, tão salutar, vermos nossas crianças nascerem amadas, vê-las a correr pela casa, chamando, papai, mamãe e quando na velhice, podermos tê-las ao nosso lado.
Mães do mundo inteiro, pensem nisto.
PRECE DE CÁRITAS
A prece sempre foi e será um precioso alimento para a alma.
A prece revigora, acalenta e acalma
Deus, dai ao viajor a estrela guia, ao aflito a consolação, ao doente o repouso.
Pai, dai ao culpado o arrependimento, ao espírito a verdade, à criança o guia, ao órfão o pai!
E um só coração, um só pensamento subirá até Vós, como um grito de reconhecimento e de amor.
Como Moisés sobre a montanha, nós Vos esperamos com os braços abertos, oh Poder!, oh Bondade!, oh Beleza!, oh Perfeição!, e queremos de alguma sorte merecer a Vossa Divina Misericórdia.
Deus, dai-nos a força para ajudar o progresso, afim de subirmos até Vós; dai-nos a caridade pura, dai-nos a fé e a razão; dai-nos a simplicidade que fará de nossas almas o espelho onde se refletirá a Vossa Divina e Santa Imagem.
Assim Seja."
A prece revigora, acalenta e acalma
Vamos falar com o Pai, clamando-O assim:
Deus, nosso Pai, que sois todo Poder e Bondade, dai força àquele que passa pela provação, dai luz àquele que procura a verdade; ponde no coração do homem a compaixão e a caridade!
Deus, dai ao viajor a estrela guia, ao aflito a consolação, ao doente o repouso.
Senhor, que a Vossa Bondade se estenda sobre tudo o que criastes. Piedade, Senhor, para aquele que vos não conhece, esperança para aquele que sofre. Que a Vossa Bondade permita aos espíritos consoladores derramarem por toda a parte, a paz, a esperança, a fé.
Deus! Um raio, uma faísca do Vosso Amor pode abrasar a Terra; deixai-nos beber nas fontes dessa bondade fecunda e infinita, e todas as lágrimas secarão, todas as dores se acalmarão.
Como Moisés sobre a montanha, nós Vos esperamos com os braços abertos, oh Poder!, oh Bondade!, oh Beleza!, oh Perfeição!, e queremos de alguma sorte merecer a Vossa Divina Misericórdia.
Deus, dai-nos a força para ajudar o progresso, afim de subirmos até Vós; dai-nos a caridade pura, dai-nos a fé e a razão; dai-nos a simplicidade que fará de nossas almas o espelho onde se refletirá a Vossa Divina e Santa Imagem.
Assim Seja."
NOVE PASSOS PARA O PERDÃO
Do livro: o Poder do perdão, Dr. Fred. Luskin
Depois de ter sido magoado pelo seu melhor amigo, Dr. Fred Luskin fez sua busca solitária pelo perdão e acabou descobrindo uma área de estudos pouco explorada. Surgiu então, o Projeto Perdão, onde o tema se tornou foco de pesquisas científicas e desenvolvimento de tratamentos específicos. Os nove passos a seguir, foram descritos no livro ¨o Poder do Perdão¨ de sua autoria. Coloco aqui uma pequena amostra para quem acha que perdoar é um assunto desgastado:
1. Saiba exatamente como você se sente sobre o que ocorreu e seja capaz de expressar o que há de errado na situação. Então, relate a sua experiência a umas duas pessoas de confiança.
2. Comprometa-se consigo mesmo a fazer o que for preciso para se sentir melhor. O ato de perdoar é para você e ninguém mais. Ninguém mais precisa saber sua decisão.
3. Entenda seu objetivo. Perdoar não significa necessariamente reconciliar-se com a pessoa que o perturbou, nem se tornar cúmplice dela. O que você procura é paz.
4. Tenha uma perspectiva correta dos acontecimentos. Reconheça que o seu aborrecimento vem dos sentimentos negativos e desconforto físico de que você sofra agora, e não daquilo que o ofendeu ou agrediu dois minutos ou dez anos atrás.
5. No momento em que você se sentir aflito, pratique técnicas de controle de estresse para atenuar os mecanismo de seu corpo.
6. Desista de esperar de outras pessoas ou de sua vida, coisas que elas não escolheram dar a você. Reconheça as "regras não cobráveis" que você tem para sua saúde ou para o comportamento, seu e dos outros. Lembre a si mesmo que você pode esperar saúde, amizade e prosperidade e se esforçar para consegui-los. Porém você sofrerá se exigir que essas coisas aconteçam quando você não tem o pode de fazê-las acontecer.
7. Coloque sua energia em tentar alcançar seus objetivos positivos por um meio que não seja através de experiência que o feriu. Em vez de reprisar mentalmente sua mágoa, procure outros caminhos para seus fins.
8. Lembre-se de que uma vida bem vivida é a sua melhor vingança. Em vez de se concentrar nas suas mágoas, o que daria poder sobre você à pessoa que o magoou, aprenda a buscar o amor, a beleza e a bondade ao seu redor.
9. Modifique a sua história de ressentimento de forma que ela o lembre da escolha heróica que é perdoar. Passe de vítima a herói na história que você contar.
( fonte : http://perfumeespiritual.blogspot.com
Depois de ter sido magoado pelo seu melhor amigo, Dr. Fred Luskin fez sua busca solitária pelo perdão e acabou descobrindo uma área de estudos pouco explorada. Surgiu então, o Projeto Perdão, onde o tema se tornou foco de pesquisas científicas e desenvolvimento de tratamentos específicos. Os nove passos a seguir, foram descritos no livro ¨o Poder do Perdão¨ de sua autoria. Coloco aqui uma pequena amostra para quem acha que perdoar é um assunto desgastado:
1. Saiba exatamente como você se sente sobre o que ocorreu e seja capaz de expressar o que há de errado na situação. Então, relate a sua experiência a umas duas pessoas de confiança.
2. Comprometa-se consigo mesmo a fazer o que for preciso para se sentir melhor. O ato de perdoar é para você e ninguém mais. Ninguém mais precisa saber sua decisão.
3. Entenda seu objetivo. Perdoar não significa necessariamente reconciliar-se com a pessoa que o perturbou, nem se tornar cúmplice dela. O que você procura é paz.
4. Tenha uma perspectiva correta dos acontecimentos. Reconheça que o seu aborrecimento vem dos sentimentos negativos e desconforto físico de que você sofra agora, e não daquilo que o ofendeu ou agrediu dois minutos ou dez anos atrás.
5. No momento em que você se sentir aflito, pratique técnicas de controle de estresse para atenuar os mecanismo de seu corpo.
6. Desista de esperar de outras pessoas ou de sua vida, coisas que elas não escolheram dar a você. Reconheça as "regras não cobráveis" que você tem para sua saúde ou para o comportamento, seu e dos outros. Lembre a si mesmo que você pode esperar saúde, amizade e prosperidade e se esforçar para consegui-los. Porém você sofrerá se exigir que essas coisas aconteçam quando você não tem o pode de fazê-las acontecer.
7. Coloque sua energia em tentar alcançar seus objetivos positivos por um meio que não seja através de experiência que o feriu. Em vez de reprisar mentalmente sua mágoa, procure outros caminhos para seus fins.
8. Lembre-se de que uma vida bem vivida é a sua melhor vingança. Em vez de se concentrar nas suas mágoas, o que daria poder sobre você à pessoa que o magoou, aprenda a buscar o amor, a beleza e a bondade ao seu redor.
9. Modifique a sua história de ressentimento de forma que ela o lembre da escolha heróica que é perdoar. Passe de vítima a herói na história que você contar.
( fonte : http://perfumeespiritual.blogspot.com
quarta-feira, 19 de maio de 2010
VOCE QUER UMA CASA OU UM LAR?
CASA OU LAR?
O que será mais importante para nós: uma casa ou um lar?
Existe uma grande preocupação com a casa. São importantes o estilo, o tamanho e o número de peças, os móveis e, claro, cada coisa no seu lugar.
Nas viagens a passeio vamos adquirindo mais e mais coisas para enfeitar a casa: quadros, tapetes, bibelôs, cristais. E cada objeto vai ganhando o seu lugar especial, de particular destaque. Enquanto não chegam as crianças, quase tudo vai bem, mas quando elas chegam, começa a se tornar difícil se ter uma casa bem cuidada.
Alguns chegam ao exagero de ocultar brinquedos das crianças, porque elas fazem bagunça demais. Esquecem que, quando se tornarem adultas, elas não necessitarão mais de brinquedos. Esquecem que, quando elas crescerem, sentiremos saudades dos brinquedos espalhados, da bicicleta deitada no jardim, da bola esquecida no quintal.
Um dia, um pai, depois de ouvir o estardalhaço e as reclamações da esposa sobre o estado de sua casa, perguntou: afinal, o que você quer: uma casa ou um lar?

As palavras soaram para ela como uma bomba. Ele tinha razão. E seus olhos se voltaram para um quadro que tinha comprado algum tempo atrás e se encontrava na parede da sala.
Talvez Deus quisesse lhe dar uma mensagem, dizendo que ela deveria modificar as suas prioridades, pensou.
O quadro mostrava uma antiga roda de vagão de trem, encostada em um pilar, prestes a apodrecer. O mato ameaçava tomar conta das flores silvestres que cresciam perto de sua base. No topo do pilar, havia uma velha caixa de correspondência amassada, cuja porta sustentava-se no lugar apenas por uma dobradiça enferrujada.
Dentro, protegidos em seu ninho de galhos secos, quatro filhotes aguardavam a refeição. A cautelosa mãe estava empoleirada no galho de um arbusto retorcido que se sobressaía do outro lado da abertura da caixa de correspondência.
A mãe passarinho havia escolhido o local do ninho com muito cuidado. Naquele local precário, seus filhotes estariam protegidos do sol e da chuva, enquanto ela e seu companheiro procuravam comida. Aquela pequenina ave não estava preocupada com o que seus vizinhos poderiam pensar ou se seu ninho passaria pelo teste de controle de qualidade.
A mensagem da pintura era muito simples: a casa não faz o lar. O lar é construção da família. O lar é produto do carinho e do amor. Resultado do saber eleger prioridades.
Assim, quando você tiver que escolher entre uma casa totalmente limpa e arrumada e as necessidades de sua família, pense um pouco.
se sua filha lhe convidar para jogar com ela e você tiver uma pilha de roupas para lavar, pense que as roupas sempre necessitarão de sua atenção, mas um dia aquela garotinha parará de convidar você para jogar com ela.
Se seu filho lhe convidar para jogar bola e você estiver pensando em colocar em ordem a sua biblioteca, a sua sala de estudos, pense que os livros, os papéis continuarão sempre necessitando de ordem e limpeza, mas o seu garotinho crescerá e deixará de convidar você para chutar bola com ele.
Naturalmente, você não dará todo o seu tempo aos seus filhos, mas terá o bom senso necessário para administrá-lo bem, a fim de que entre as coisas da casa e as coisas mais importantes do lar, estas últimas sejam prioritárias.
Arrume sua casa e a mantenha em ordem, mas não esqueça de colocar flores de ternura nos vasos do seu lar, nem de regá-las com a água da paciência.
Quando descobrir rabiscos nas paredes, peça a seus filhos para os limparem, mas antes admire o arco-íris que eles pintaram.
Quando aparecerem marcas de dedos nas janelas, providencie a limpeza, mas antes fotografe todos os dedinhos com a câmara do seu coração para sempre os lembrar.
E quando descobrir brinquedos quebrados, agradeça a Deus, que sejam somente brinquedos e não os corações amados dos seus filhos, jóias preciosas da sua existência.
(A. D - Leni)
Melhor tolerar a bagunça das crianças, que chorar a ausência das mesmas.
Curtam bem a suas infâncias,porque a vida passa depressa demais e logo logo eles batem as as asas e voam em busca de outros ninhos.
Eu já estou assim, sentindo a falta do barulho e da bagunça,porque cada um seguiu seu rumo e hoje têm vidas próprias.
Muito amor no caração de cada mamãe.
Dilly
SIGNIFICADO DE ALGUMAS FLORES
Amarilis (açucena) - Orgulho
Anémona - Abandonado
Anémona dos bosques - Enfermidade
Aquilégia - Leviandade
Alfazema (lavanda) - Desconfiança
Amor-perfeito - Pensamento
Agrimónia - Gratidão
Alsina - Reflexão tardia
Bardana maior - Não me toques
Botão-de-ouro - Infantilidade, ingratidão
Bico-de-cegonha - Devoção constante
Calta - Desejo de riquezas
Campainha - Perseverança
Campainha-roxa - Valor constante, persistência
Campânula - Submissão, mágoa
Campânula-branca - Esperança
Camélia - Beleza perfeita
Capuchinha - Patriotismo
Cardamina - Erro paterno
Cardo - Represália
Cardo-penteador - Misantropia
Cravo - Coração sofredor
Cravo-de-defunto (tagetes) - Luto
Clematite - Beleza espiritual
Crisântemo - Paixão
Centáurea (escovinha) - Sensibilidade
Cenoura silvestre - Festividade
Coroa Imperial - Majestade e poder
Celidónia-menor - Alegrias por vir
Dedaleira - Falsidade
Dente-de-leão - Oráculo
Flox - Harmonia
Genciana - És injusto
Gerânio - Tristeza
Girassol - Altivez
Goivo - Fidelidade no infortúnio
Hera - Fidelidade
Íris - Mensagem
Jacinto - Mágoa
Jasmim - Graça e elegância
Lilás - Primeiras emoções de amor
Lírio - Pureza
Lírio do Vale - Volta da felicidade
Madressilva - Índole meiga
Malva rosa - Ambição feminina
Margarida - Inocência
Miosótis (forget me not) - Amor verdadeiro
Narciso silvestre (asfódelo) - Afeição e fidalguia
Narciso - Vaidade
Nenúfar - Pureza do coração
Orquídea - beleza
papoila - Estravagância fantástica
Peónia - Vergonha e timidez
Prímula - Juventude
Rosa - Amor-paixão
Tulipa - Amor-espiritual, pureza de sentimentos, simpatia
Verbasco - Conforto
Verónica - Fidelidade
Violeta - Modéstia
(Fonte: Forum Espirita)
LENDA OU REALIDADE? OPORTUNIDADE PARA REFLEXÃO.
Conta-nos uma lenda, que um rico e próspero empresário, saiu em viagem de negócios com o seu motorista,
pessoa honesta, leal,fervoroso, humilde e de cor negra.
Após algumas horas de viagem foram surpeendidos por um carro que vinha em alta velocidade e transitando pela contramão.
O "patrão" silenciosamente pensava: se o meu empregado, pobre e negro, vai morar numa casa dessa, a minha deve ser um espetáculo.
Despediram-se ali, e o espirito e "patrão! continuaram a caminhada.
À medida que andavam, a paisagem ia se transformando: o verde e as flores já não mais se faziam ver;
Não se ouvia nem via riachos e pássaros .
As poucas árvores eram secas, o terreno pedregoso. Enfim, o lugar era árido e feio.
Ele continuava pensando: a qualquer hora tudo vai se transformar em um belo campo de flores,com cachoeiras,pássaros,e aquela música suave vai se fazer ouvir,
A poucos metros de onde estavam, viu uma casinha bem singela,e uma sequidão ao redor.
Ao chegarem em frente a casa, o amigo que o acompanhava,virando-se para ele diz: aqui nos despedimos, esta é a sua nova casa.
pessoa honesta, leal,fervoroso, humilde e de cor negra.
Após algumas horas de viagem foram surpeendidos por um carro que vinha em alta velocidade e transitando pela contramão.
Apesar dos ingentes esforços do motorista, acabaram colidindo-se, vindo os dois, patrão e empregado a falecerem no local.
Equipes espirituais, que abnegadamente prestam este tipo de socorro na orbe terrestre, logo se aproximaram, executando as medidas necessárias para encaminhamento daqueles irmãos à sua nova realidade, em outra dimensão.
Foram os dois espíritos socorridos e levados para tratamento adequado em uma das muitas colonias lá existentes .
Decorrido algum tempo,após adaptações,estudo e trabalho, foram novamente contatados por amigos espirituais, desta vez para serem levados às suas novas moradas.
Andavam por um caminho bonito, onde a vegetaçao era predominantemente formada por enormes arvoredos,flores dos mais variados matizez, riachos e pássaros cantantes, que mais pareciam uma bela sinfonia a invadir o ar.
Ao longe, avistaram uma bela e aconchegante casinha,,rodeada por
arbustos em vários tons de verde, jardim magnificamente ornado por flores de indescritível beleza.
Ao longe, avistaram uma bela e aconchegante casinha,,rodeada por
arbustos em vários tons de verde, jardim magnificamente ornado por flores de indescritível beleza.
Ao chegarem bem em frente a casa, o amigo espiritual, virando-se para o motorista, diz: eis ai a sua nova morada. Cuide dela com o mesmo carinho e dedicação com que cuidava da sua casa na terra.
O "patrão" silenciosamente pensava: se o meu empregado, pobre e negro, vai morar numa casa dessa, a minha deve ser um espetáculo.
Despediram-se ali, e o espirito e "patrão! continuaram a caminhada.
À medida que andavam, a paisagem ia se transformando: o verde e as flores já não mais se faziam ver;
Não se ouvia nem via riachos e pássaros .
As poucas árvores eram secas, o terreno pedregoso. Enfim, o lugar era árido e feio.
Ele continuava pensando: a qualquer hora tudo vai se transformar em um belo campo de flores,com cachoeiras,pássaros,e aquela música suave vai se fazer ouvir,
A poucos metros de onde estavam, viu uma casinha bem singela,e uma sequidão ao redor.
Ao chegarem em frente a casa, o amigo que o acompanhava,virando-se para ele diz: aqui nos despedimos, esta é a sua nova casa.
Cuide bem dela e procure transformá-la em uma casa bonita,agradável e rodeada de flores e frutos.
Surpreso ele respondeu: amigo, voce deve ter se enganado; como escolher para o meu empregado uma casa como aquela e eu que sou o patrão num casebre como este? Está errado.
Ao que lhe diz o espirito amigo, de forma simples,carinhosa e amável: não meu irmão, não me enganei.
Aqui não temos o direito de escolher nada para ninguém.
As casas aqui são construidas com o material que voces não enviam lá da terra, quando ainda vivem na matéria.
Como assim, pergunta o "patrão" indignado.
É facil a resposta, diz o amigo espiritual.
O seu " empregado" como o senhor a ele se refere, foi um homem de bem, religioso, trabalhador honesto, bom pai, bom marido, fiel cumprindor dos ensinamentos do Cristo,humilde,prestativo e jamais se negou, seja em que circunstância fosse, a estender as mãos para tantos quantos o procuravam em busca de alimento ou de uma palavra consoladora.
Ele pautou a sua vida na caridade pura e, embora pobre no sentido material, possuia uma riqueza incomum em seu coração.
O Senhor, ao contrário,embora dono de posses valiosas materialmente falando,nunca se preocupou em conhecer a Deus, jamais serviu àqueles que não tivessem condições de retribuir um favor, nunca tinha tempo para a esposa e para os filhos, porque estava sempre preocupado em aumentar a riqueza.
Como vê, a lei é justa: Quem dá aos pobres empresta a Deus.
E se permite um conselho, digo-lhe: Deus é bom pai e não esquece dos seus filhos: nunca é tarde para arrepender-se e pedir a sua misericórdia. Ela virá com toda a certeza.
Procure estudar e praticar os ensinamentos cristãos e verá que novas oportunidades lhe serão concedidas.
Que a paz de Jesus esteja com o irmão.
Meus amigos, se é lenda ou não, pouco importa. O essencial é a maravilhosa lição.
Portanto, não se esqueçam de preparar a casinha que será o seu novo lar. quando formos chamados.
Procurem viver de acordo com os ensinamentos do Pai, praticando a caridade, tendo bons pensamentos, exercendo o perdão com alegria e satisfação. São estes atos que irão ao Pai em forma de material de construção.
Procurem viver de acordo com os ensinamentos do Pai, praticando a caridade, tendo bons pensamentos, exercendo o perdão com alegria e satisfação. São estes atos que irão ao Pai em forma de material de construção.
Luz,paz e muito amor em suas vidas.
Dilly.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
AMOR E DOAÇÃO
Amor,é a excência divina no homem,.É o espírito do próprio Deus manifestando em tudo o que vivemos.Pode-se encontrar amor em tudo,na vida,na natureza,nas pessoas,nos animais.
Amor não se explica Amor a gente sente..
Amor é vida,é sentimento .É ação em favor de outrem.
Doação é o amor em ação,
Muitos confundem doação com esmolas. Lêdo engano.
A doação na sua real concepção, não se traduz em numerários, em cestas básicas, em um prato de comida.
Doar ultrapassa a fronteira do material para o espiritual.
Um gesto crinhoso,uma palavra amiga,um sorriso,uma visita,um olhar sincero, um estender de mãos,uma prece, um abraço fraterno,bons pensamentos, são doações muito mais valiosas aos olhos do Pai.
A doação em dinheiro, que espiritualmente falando, é a de menor valor, precisa ser efetivada com muito cuidado e atenção, para aquele que lhe necessita, não receba, em vez de uma doação, a dor da humilhação.
Seja prudente ao fazer este tipo de ajuda.
Quando doarmos afeto, quando demonstrarmos que a pessoa é importante para nós,quando visitarmos uma enfermaria, um presídio , quando acudirmos um idoso ou uma criança, veremos que estes pequeninos gestos de amor ao próximo não lhes causarão nenhum constrangimento
muito ao contrário, veremos brilharem olhos e lábios a sorrir.
Quando doamos algo a alguém, somos nós mesmos os maiores beneficiados.
Este é a um dos grandes exemplos deixados pelo Cristo Jesus, quando Ele próprio num gesto de amor e doação, entregou a sua vida em prol da humanidade.
Que Ele nos ajude a ter sabedoria para seguir-lhe os passos.
Que a paz e amor do Grande Mestre esteja sempre com todos nós.
Dilly.
Amor não se explica Amor a gente sente..
Amor é vida,é sentimento .É ação em favor de outrem.
Doação é o amor em ação,
Muitos confundem doação com esmolas. Lêdo engano.
A doação na sua real concepção, não se traduz em numerários, em cestas básicas, em um prato de comida.
Doar ultrapassa a fronteira do material para o espiritual.
Um gesto crinhoso,uma palavra amiga,um sorriso,uma visita,um olhar sincero, um estender de mãos,uma prece, um abraço fraterno,bons pensamentos, são doações muito mais valiosas aos olhos do Pai.
A doação em dinheiro, que espiritualmente falando, é a de menor valor, precisa ser efetivada com muito cuidado e atenção, para aquele que lhe necessita, não receba, em vez de uma doação, a dor da humilhação.
Seja prudente ao fazer este tipo de ajuda.
Quando doarmos afeto, quando demonstrarmos que a pessoa é importante para nós,quando visitarmos uma enfermaria, um presídio , quando acudirmos um idoso ou uma criança, veremos que estes pequeninos gestos de amor ao próximo não lhes causarão nenhum constrangimento
muito ao contrário, veremos brilharem olhos e lábios a sorrir.
Quando doamos algo a alguém, somos nós mesmos os maiores beneficiados.
Este é a um dos grandes exemplos deixados pelo Cristo Jesus, quando Ele próprio num gesto de amor e doação, entregou a sua vida em prol da humanidade.
Que Ele nos ajude a ter sabedoria para seguir-lhe os passos.
Que a paz e amor do Grande Mestre esteja sempre com todos nós.
Dilly.
GRANDEZA DE ALMA
A grandeza da alma é uma flor oculta e rara que só exala o seu admirável perfume quando agita os ventos das tormentas.
(L.Botteau)
(L.Botteau)
RACIOCINIO
Não me envergonho de corrigir meus erros e mudar as minhas opiniões, porque não me envergonho de raciocinar e aprender sempre.
Que a paz do Mestre Jesus habite os nossos corações.
Dilly.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
CARIDADE E ESPERANÇA
Lembra-te da esperança para que a tua caridade não se faça incompleta.
Darás ao faminto, não somente a côdea de pão que lhe mitigue a fome, mas também o carinho da palavra fraterna, com que se lhe restaurem as energias.
Não apenas entregarás ao companheiro, abandonado à intempérie, a peça que te sobra ao vestiário opulento, mas agasalhá-lo-ás em teu sorriso espontâneo a fim de que se reerga e prossiga adiante, revigorado e tranqüilo.
Não olvides a paciência divina com que somos tolerados a cada hora.
Qual acontece ao campo da natureza, em que o Sol mil vezes injuriado pela treva, mil vezes responde com a bênção da luz, dentro de nossa vida, assinalamos a caridade infinita de Deus, refazendo-nos a oportunidade de servir e aprender, resgatar e sublimar todos os dias.
Não te faças palmatória dos próprios irmãos, aos quais deves a compreensão e a bondade de que recebes as mais elevadas quotas do Céu, na forma de auxílio e misericórdia, em todos os instantes da experiência.
Não profiras maldição nem espalhes o tóxico da crítica, no obscuro caminho em que jornadeiam amigos menos ditosos, ainda incapazes de libertarem a si mesmos das algemas da ignorância.
Recorda que Jesus nos chamou à senda terrestre para auxiliar e salvar, onde muitos já desertaram da confiança no eterno bem.
Seja onde for e com quem for, atende à esperança para que o mundo conquiste a vitória a que se destina.
Aliviar com azedume é alargar a ferida de quem padece e dar com reprimendas é envolver o socorro em repulsivo vinagre de desânimo ou desespero.
À maneira de raio solar que desce à furna cada manhã, restaurando o império da luz, sem reclamação e sem mágoa, sê igualmente para os que te rodeiam a permanente mensagem do amor que tudo compreende e tudo perdoa, amparando e auxiliando sem descansar, porque somente pela força do amor alcançaremos a luz imperecível da vida.
"Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Caridade. Ditado pelo Espírito Emmanuel. IDE. "
(Fonte: Portal Espírita)
NOSSSO LAR, SEMPRE UMA BOA LEITURA,
"Nosso Lar é um dos livros mais vendidos até hoje. Psicografado pelo médium brasileiro Chico Xavier, compõe a coleção intitulada A Vida no Mundo Espiritual.
Clássico da literatura espírita brasileira, Nosso lar é um romance que versa sobre os primeiros anos do médico André Luiz após sua morte, numa colônia espiritual, espécie de cidade onde se reúnem espíritos para aprender e trabalhar entre uma encarnação e outra.
Nosso Lar, obteve o primeiro lugar entre os dez melhores livros espíritas publicados no século XX, segundo pesquisa realizada em 1999 pela "Candeia Organização Espírita de Difusão e Cultura"
(fonte: Portal Espírita)
quarta-feira, 12 de maio de 2010
O DESENCARNE DE CHICO XAVIER
Há 6 anos, no dia 30 de Junho de 2002, nosso querido Chico Xavier retornava ao Plano Espiritual. Relembrando esta data, trago para vocês uma breve descrição do que ocorreu ‘do outro lado da vida’ (paralelamente ao velório no plano físico): uma merecida recepção a esse maravilhoso médium, que tanto fez pela Doutrina Espírita e por todos nós... Que todos nós possamos aproveitar para refletir...
(...) No Mundo Espiritual, nosso irmão Lilito Chaves veio ao nosso encontro e anunciou o que, desde algum tempo, aguardávamos com expectativa: a desencarnação do médium Francisco Cândido Xavier, o nosso estimado Chico. O acontecimento nos impunha rápidas mudanças de planos, improvisamos uma excursão à Crosta para saudar aquele que, após cumprir com êxito a sua missão, retornava à Pátria de origem.
Assim, sem maiores delongas, Odilon, Paulino e eu, juntando-nos a uma plêiade de companheiros uberabenses desencarnados, rumamos para Uberaba no começo da noite daquele domingo, dia 30 de junho.
A caminho, impressionava-nos o número de grupos espirituais, procedentes de localidades diversas, do Brasil e do Exterior, que se movimentavam com a mesma finalidade.
Todos estávamos profundamente emocionados e, mais comovidos ficamos quando, estacionando nas vizinhanças do “Grupo Espírita da Prece”, onde estava sendo realizado o velório, com o corpo exposto à visitação pública, observamos uma faixa de luz resplandecente, que, pairando sobre a humilde casa de trabalho do médium, a ligava às Esferas Superiores, às quais não tínhamos acesso.
Conversando conosco, Odilon observou:
— Embora, evidentemente, já desligado do corpo, nosso Chico, em espírito, ainda não se ausentou da atmosfera terrestre; os Benfeitores Espirituais que, durante 75 anos, com ele serviram à
Causa do Evangelho, estarão, com certeza, à espera de ordens superiores para conduzi-lo a Região Mais Alta... De nossa parte, permaneçamos em oração, buscando reter conosco as lições deste raro
momento.
Aproximando-nos quanto possível, notamos a formação de duas filas imensas, constituídas de irmãos encarnados e desencarnados, que reverenciavam o companheiro recém-liberto do jugo opressor da matéria: eram espíritos, no corpo e fora dele, extremamente gratos a tudo que
haviam recebido de suas mãos, a vida inteira dedicadas à Caridade, nas mais fiel vivência do “amai-vos uns aos outros”. Mães e pais que, por ele haviam sido consolados em suas dores; filhos e filhas que puderam reatar o diálogo com os genitores saudosos, escrevendo-lhes comoventes páginas do Outro Lado da Vida; famílias desvalidas com as quais repartira o pão; doentes que confortara agonizantes em seus leitos; religiosos de todas as crenças que, respeitosos, lhe agradeciam o esforço sobre-humano em prol da fé na imortalidade da alma...
Não registramos nas imediações, é bom que se diga, um só espírito que ousasse se aproximar com intenções infelizes. Os pensamentos de gratidão e as preces que lhe eram endereçadas, formavam um halo de luz protetor que tudo iluminava num raio de cinco quilômetros; porém essa luz amarelo-brilhante contrastava com a faixa de luz azulínea que se perdia entre as estrelas no firmamento.
A cena era grandiosa demais para ser descrita e desafiaria a inspiração do mais exímio gênio da pintura que tentasse retratá-la.
Uma música suave, cujos acordes eu desconhecia, ecoava entre nós, sem que pudéssemos identificar de onde provinha, como se invisível coral de vozes infantis, volitando no espaço, tivesse sido treinado para aquela hora.
Espíritos mais simples que passavam rente comentavam:
— “Este é um dos últimos... Não sabemos quando a Terra será beneficiada novamente por um espírito de tal envergadura”; “Este, de fato, procurava viver o que pregava” “Quem nos valerá agora?”;
“Durante muitos anos, ele matou a fome da minha família... “Lembro-me de que, certa vez, desesperado, com a idéia de suicídio na cabeça, eu o procurei e a minha vida mudou”; “Os seus livros me inspiraram a ser o que fui, livrando-me de uma existência medíocre”; “Quando minha avó morreu, foi ele quem pagou seu enterro, pois, à época, éramos totalmente desprovidos de recursos”; “Fundei minha casa espírita sob a orientação de Chico Xavier, que recebeu para mim uma mensagem de incentivo e de apoio”; “Comigo, foi diferente: eu estava doente, desenganado pela Medicina, ele me receitou um remédio de Homeopatia e fiquei bom”...
Os caravaneiros não cessavam de chegar, todos portando flâmulas e faixas com dizeres luminosos; creio sinceramente que, em nosso Plano, jamais houve uma recepção semelhante a um espírito que tivesse deixado o corpo, após finda a sua tarefa no mundo; com exceção do Cristo e de um ou outro luminar da Espiritualidade, ninguém houvera feito jus ao aparato espiritual que se organizara em torno do desenlace de Chico Xavier.
Com dificuldade, logrando adentrar o recinto do “Grupo Espírita da Prece”, reparamos que uma comissão de nobres espíritos, dispostos em semicírculo, todos trajando vestes luminescentes, permanecia, quanto nós mesmos, em expectativa. Odilon sussurrou-me ao ouvido:
— Inácio, estas são as entidades que trabalharam com ele na chamada “Coleção de André Luiz”; são os Mentores das obras que o nosso André reportou para o mundo, no desdobramento do Pentateuco Kardeciano: Clarêncio, Aniceto, Calderaro, Áulus e tantos outros...
E aqueles que estão imediatamente atrás? — indaguei.
— São alguns representantes da família do médium e amigos fiéis de longa data.
— E onde estão Emmanuel, nosso Dr. Bezerra de Menezes e Eurípedes Barsanulfo? Porventura, ainda não chegaram?...
— Devem estar — respondeu — cuidando da organização...
Ao lado do seu corpo inerte, nosso Chico, segundo a visão que tive, me parecia uma criança ressonando, tranqüila, no colo de um anjo transfigurado em mulher, fazendo-me recordar, de imediato, a imagem de “Pietà”, a famosa escultura de Michelangelo.
— Quem é ela? — perguntei.
— Trata-se de D. Cidália, a sua segunda mãe...
— E D. Maria João de Deus?...
— Ao que estou informado — esclareceu Odilon —, encontra-se reencarnada no seio da própria família.
— E seu pai, o Sr. João Cândido?
— Está em processo de reencarnação, seguindo os passos da primeira esposa.
Adiantando-se, nosso Lilito indagou:
— Odilon, na sua opinião, por que o Chico está parecendo uma criança?
— Ele necessita se refazer, pois o seu desgaste, como não ignoramos, foi muito grande, mormente nos últimos anos da vida física; nosso Chico carece de se desligar completamente...
— Perderá, no entanto, a consciência de si?
— É evidente que não. O seu verdadeiro despertar acontecerá gradativamente, à medida em que se recupere da luta sem tréguas que travou... Aliás, a Espiritualidade Superior, nos últimos três anos,
tinha trabalhando para que a sua transição ocorresse sem traumas, tanto para a imensa família espírita, que o venera, quanto para ele próprio.
Inúmeras caravanas e representações continuavam chegando, formando extensas filas, que se postavam paralelas às filas organizadas pelos nossos irmãos encarnados, a comparecerem ao velório para render a Chico Xavier merecidas homenagens.
Dezenas e dezenas de jovens formavam grupos especiais que vinham recebê-lo no limiar da Nova Vida, gratos por ter sido ele o seu instrumento de consolo aos familiares na Terra, quando se viram
compelidos à desencarnação...
A tarefa de Chico Xavier — explicou Odilon, emocionado — não tem fronteiras; raras vezes, a Espiritualidade conseguiu tamanho êxito no campo do intercâmbio mediúnico... No entanto a força que o sustentava nas dificuldades vinha de Cima, pois, caso contrário, teria sucumbido às pressões daqueles que, encarnados e desencarnados, se opõem ao Evangelho. Chico, por assim dizer, ocultou-se espiritualmente em um corpo franzino e deu início ao seu trabalho, sem que praticamente ninguém lhe desse crédito; quando as trevas o perceberam, já havia atravessado a faixa dos vinte de idade e em franco labor, tendo pronto o “Parnaso de Além-Túmulo”, a obra inicial de sua profícua e excelente atividade psicográfica...
Estávamos todos profundamente emocionados. A multidão, dos Dois Lados da Vida, não parava de crescer e, assim como no Plano Físico os policiais cuidavam da organização, na Dimensão Espiritual em que nos situávamos, Entidades diversas haviam sido encarregadas de disciplinar a intensa movimentação, sem que nenhum de nós se sentisse encorajado a reclamar qualquer privilégio com o propósito de uma maior aproximação. Quase todos nos conservávamos em atitude de profundo silêncio e de reverência.
Os grupos de espíritos que haviam, ao longo de seus 75 anos de labor, trabalhado com o médium, com exceção, evidentemente, daqueles que já haviam reencarnado, se faziam representar pelos seus maiores expoentes no campo da Poesia e da Literatura.
Próximas a Cidália, em cujos braços Chico Xavier descansava, à espera de que o cortejo fúnebre partisse conduzindo os seus restos mortais, notei a presença de algumas entidades femininas que eu não soube identificar.
— Quem são? — perguntei a Odilon, que era um dos poucos dentre nós com plena liberdade de movimentar-se.
— Aquelas quatro primeiras, são as nossas irmãs Meimei, Maria Dolores, Scheilla e Auta de Souza; as demais são corações maternos agradecidos que, em uma ou outra oportunidade, se expressaram pela mediunidade psicográfica do nosso Chico.
— Quem estará na coordenação do evento? — insisti, ansioso por maiores esclarecimentos.
— O Dr. Bezerra de Menezes e Emmanuel, assessorados diretamente por José Xavier — respondeu.
-José Xavier?...
— Sim, o irmão do médium, que está conduzindo um grupo de espíritos amigos de Pedro Leopoldo e região; quando Chico se transferiu para a cidade de Uberaba, em 1959, os seus vínculos afetivos com a sua terra natal não se desfizeram; os espíritas que constituíram o Centro Espírita “Luiz Gonzaga” sempre se sentiram membros de uma única família.
— E aquele casal mais próximo que, de quando a quando, dialoga com Cidália?
— José Hermínio e D. Carmem Perácio; foram eles que iniciaram Chíco Xavier no conhecimento da Doutrina Espírita, doando-lhe exemplares de “O Livro dos Espíritos” e de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”...
Pude perceber, com clareza, que os filamentos perispirituais que uniam o espírito recém-desencarnado ao corpo enrijecido, se enfraqueciam gradualmente; sem dúvida, o médium, assim que se lhe cerraram os olhos físicos, desprendeu-se da forma material, no entanto, devido à necessidade de permanecer durante 48 horas exposto à visitação pública, conforme era seu desejo, exigia que o corpo, de certa forma, continuasse a receber suplementos de princípio vital, evitando-se os constrangimentos da cadaverização. Embora aconchegado aos braços daquela que havia sido na Terra a sua segunda mãe e grande benfeitora, o espírito Chico guardava relativa consciência de tudo...
As expectativas de quase todos, porém, se concentravam sobre aquela faixa de luz azulínea, a qual, à medida que se abeirava a hora do sepultamento, se intensificava; tínhamos a impressão de que aquele caminho iluminado era a passagem para uma Dimensão Desconhecida, para a qual, com certeza, Chico Xavier haveria de ser conduzido.
Dentro de poucos instantes, o silêncio se fez naturalmente maior e um venerável senhor, ladeado por Irmão José e Herculano Pires, este um dos vultos mais importantes da Doutrina nos últimos tempos, assomou discreta tribuna e começou a falar.
— Quem é? Perguntei, à meia-voz...
— Léon Denis — respondeu-me Odilon com um sussurro.
— “Meus irmãos — disse o inesquecível discípulo de Allan Kardec — eis que aqui nos encontramos reunidos, para receber de volta ao nosso convívio, aquele que, uma vez mais, cumpriu exemplarmente a missão que lhe foi confiada pelo Senhor de nossas vidas. Elevemos ao Infinito os nossos pensamentos de gratidão e de reconhecimento, porquanto sabemos das dificuldades que o espírito que moureja na carne enfrenta para desbravar caminhos à Verdade; o nosso amigo e mestre que, após longa e desgastante peleja, agora retorna à Pátria Espiritual, se constituiu num verdadeiro exemplo, não somente para os nossos irmãos encarnados, mas igualmente para os que necessitamos renascer no orbe e, por vezes, nos sentimos desencorajados... (...) Um ciclo se encerra, mas outro deve começar (...)”
Passados alguns instantes da alocução proferida por Léon Denis, perfumada aragem começou a soprar, balsamizando o ambiente. De onde será que provinha aquele suave perfume que, aos poucos, se intensificava, impregnando-nos o corpo espiritual? Tínhamos a impressão de que, caindo de Esferas Resplandecentes, aquele orvalho celeste, constituído de diminutos flocos luminosos, antecedia o momento em que o espírito Chico Xavier seria conduzido à ignota região da Vida Sem Fim.
Quando o fenômeno a que tento me referir se fez mais evidente, algumas explosões começaram a ocorrer na extensa faixa de luz azulínea que, agora, ia mudando de tonalidade, como se um arco-íris se estivesse materializando diante dos nossos olhos.
Gradativamente, cinco entidades foram se fazendo visíveis para nós, tangibilizando-se no pequeno espaço que me parecia reproduzir produzir a abençoada estrebaria em Belém...
Os cinco espíritos, que não posso lhes dizer que tenham assumido forma propriamente humana, foram sendo identificados por nós: eram Bezerra de Menezes, Emmanuel, Eurípedes Barsanulfo, Veneranda e Celina, a excelsa mensageira de Maria de Nazaré.
Diante da estupenda visão, todos sentimos ímpetos de nos ajoelharmos; muitos, efetivamente, se ajoelharam, com os olhos banhados de lágrimas.
Bezerra de Menezes, Emmanuel e Eurípedes Barsanulfo estavam, por assim dizer, mais humanizados, no entanto Veneranda e, especialmente, Celina, nos pareciam dois anjos alados, falenas divinas que se tivessem metamorfoseado apenas para que pudéssemos vê-las... Eu tinha a impressão de estar participando de um sonho que transcendesse a mais fértil imaginação.
Adiantando-se aos demais companheiros, Veneranda, que o tempo todo pairava no ar, começou a orar com sentimento que a palavra não consegue traduzir:
— “Senhor da Vida — exorou, sensibilizando-nos profundamente — aqui estamos para receber, de volta ao nosso convívio, um dos Vossos servidores mais fiéis que, após quase um século de lutas acerbas pela causa do Vosso Evangelho na Terra, regressa ao Grande Lar, com a consciência do dever cumprido.
Que as Vossas bênçãos envolvam o espírito naturalmente exaurido, restituindo-lhe as energias que se consumiram de todo por amor do Vosso Nome entre os homens, nossos irmãos! Que do seu extraordinário esforço não se perca, Mestre, uma única gota de suor, das que se misturaram às lágrimas anônimas vertidas por ele no testemunho da Fé.
Que o trabalho de sua profícua existência no corpo físico continue a ser prodigiosa sementeira para as gerações do porvir, apontando o Caminho para quantos anseiam por seguir os Vossos passos...
Senhor, os que tão-somente agora, depois de séculos e século de sombras, nos convencemos da Vossa magnanimidade, vos agradecemos por não terdes consentido que o nosso irmão sucumbisse diante das provas e, em nada, se afastasse da trajetória que lhe traçaste no mundo — sabemos que, nos momentos mais difíceis, sem que nós mesmos pudéssemos perceber, a Vossa mão o sustentava para que não tombasse sob o peso da cruz que lhe pusestes aos ombros... Nós vos louvamos por terdes realizado nele a obra consagrada do Vosso amor, que, um dia, redimirá a Humanidade inteira.
E que, agora, ainda unidos ao espírito companheiro que soube transformar-se em exemplo de renúncia e de sacrifício, de desprendimento e de abnegação, possamos dar seqüência à tarefa que iniciastes há dois mil anos, da edificação do Reino de Deus sobre a face da Terra!...
Que a claridade sublime das Altas Esferas não nos faça ignorar os vales de sombras dos quais procedemos e nos quais acendestes, para sempre, a Vossa Luz... Que não nos seja lícito o descanso, enquanto o orbe planetário, onde tantas vezes expiamos as nossas faltas, se transfigure em estrela de real grandeza, a fulgir na glória dos mundos redimidos.
Abençoai, Senhor, os nossos propósitos que são os Vossos e que, hoje e sempre, possamos exaltar-Vos o Nome através de nossas vidas!...”
Terminando de orar, Veneranda e Celina se aproximaram de Cidália, que continuava a aconchegar em seu materno coração o espírito que foi nosso Chico, o qual, de quando a quando, estampava cândido sorriso, como se fosse uma criança participando de um sonho bom do qual jamais ousasse acordar.
O silêncio reinante era de tal ordem, que, aos nossos ouvidos, a voz inarticulada da Natureza nos parecia uma sinfonia; de minha parte, confesso-lhes que eu nunca tinha ouvido a música dos astros e nem podia imaginar que o próprio silêncio tivesse voz.
A faixa de luz azulínea que se transformara num arco-íris ainda se mostrava mais viva, e todos permanecíamos na expectativa do que não sabíamos pudesse acontecer.
Direcionando os sentidos, quis ver, naquela hora, como os preparativos para o féretro estavam desenvolvendo-se no Plano Físico e, justamente, quando começou a ser entoada a canção “Nossa Senhora” e os nossos irmãos começaram a movimentar-se, dando início ao cortejo, uma Luz indescritível, descendo por aquele leque iluminado que ligava a Terra ao Infinito — a faixa de luz que ali se instalara logo após ter sido armado o velório no “Grupo Espírita da Prece” —, uma Luz que, para mim, era muito superior à luz do próprio Sol e que me acionava a memória para a lembrança da visão que Paulo teve do Cristo, às portas de Damasco, repetiu com indefinível ternura:
— “Vinde a mim, todos os que andais em sofrimento e vos achais carregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”.
Aquela Extraordinária Visão, que sequer povoava os meus sonhos mais remotos de espírito devedor, estendeu dois braços humanos reluzentes e, quando notei que o Chico em espírito se transferia dos braços de Cidália para aqueles Braços que o atraíam, digo-lhes que, desde quando fui beneficiado com o laurel da razão, não tenho recordação de jamais ter chorado tanto...
Aquela Luz, que se humanizava parcialmente para que pudéssemos vê-la, estreitou Chico Xavier ao peito e depositou-lhe um ósculo santo na fronte e, em seguida, partiu, levando-o consigo, despedindo-se com inesquecível sorriso dos que continuavam presos ao abismo, sentenciados pelo tribunal da consciência culpada.
Foi Odilon que, depois de muito tempo, conseguiu falar, comentando conosco:
— Eu sempre que lia as páginas do Velho Testamento, ficava intrigado e colocava em questão a narrativa de que o profeta Elias fora conduzido ao céu por “um carro de fogo”... Agora sei que não se tratava de força de expressão ou algo semelhante.
Um grande vazio se fez após e, gradativamente, a faixa de luz foi se recolhendo de baixo para cima, à medida em que o cortejo celestial se retirava.
A praça em que nos havíamos reunido já se encontrava praticamente vazia; diversos grupos, procedentes de várias regiões da Espiritualidade, haviam partido e, agora, os curiosos e desocupados de além-túmulo se aproximavam, como que para vasculhar os espólios do concorrido velório...
Contrastando com a luz do corpo espiritual de eminentes entidades, esses outros nossos irmãos se mostravam opacos em seu novo veículo de expressão, dando-me a impressão de que, embora desencarnados, ainda não tinham logrado completa emancipação; muitos caminhavam sem qualquer desenvoltura, qual se fossem doentes com dificuldade para mudar o passo...
Identificando-nos na condição de adeptos do Espiritismo e amigos de Chico Xavier, começamos a ser abordados por aquelas entidades infelizes que, aos meus olhos, se assemelhavam a sobreviventes onde houvesse sido travada intensa batalha. A grande maioria exibia as vestes em farrapos e, além da obscuridade espiritual à qual já me referi, deixavam exalar de si quase insuportável odor...
— Por favor, auxiliem-nos! — disse-nos um deles, adiantando-se aos demais —Estamos convencidos de que, realmente, o mal não compensa... O que vimos acontecer hoje, aqui...
Olhando-me, significativamente, Odilon comentou:
— Quantas bênçãos a vida e a suposta morte de um verdadeiro homem de bem pode espalhar! Quantos não estarão sendo motivados à renovação íntima, ante o episódio da desencarnação do nosso Chico! ... Ele que, no corpo, descerrou caminhos para tanta gente, ao deixar a vestimenta física, prossegue orientando com os seus exemplos os que se desnortearam além da morte.
Faz-me recordar o que disse Jesus, no capítulo 12, versículo 24, das anotações de João: “Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto”...
(Esta descrição foi realizada pelo Espírito Inácio Ferreira, e está presente no livro “Na Próxima Dimensão”, psicografado pelo médium Carlos Alberto Baccelli.)
ORAÇÃO PARA BOA CONVIVÊNCIA NO LAR.
Senhor, faz de nosso lar um ninho do Teu amor.
Que não haja amargura, porque Tu nos abençoa.
Que não haja egoismo,porque Tu nos anima.
Que não haja rancor,porque Tu nos perdoa.
Que não haja abandono,porque Tu estás conosco.
Que saibamos caminhar para Ti em nossa rotina diária.
Que cada manhã seja o início de mais um dia de entrega a Ti,Senhor.
Que cada noite nos encontre ainda mais unidos no amor familiar.
Faz, Senhor, das nossas vidas que quiseste unir, páginas repletas com a Tua luz.
Faz,Senhor, dos nosos filhos o que Tu anseias.
Ajuda-nos a orientá-los para Teus caminhos.
Que nos esforcemos no consolo mútuo.
Que façamos do do amor um motivo para amar-Te.
Que possamos dar o melhor de nós mesmos para sermos felizes no lar.
Que ao amanhecer o grande dia de irmos ao Teu encontro,nos conceda estarmos unidos para sempre em Ti.
Que Jesus abençoe todos os lares.
Dilly
Que não haja amargura, porque Tu nos abençoa.
Que não haja egoismo,porque Tu nos anima.
Que não haja rancor,porque Tu nos perdoa.
Que não haja abandono,porque Tu estás conosco.
Que saibamos caminhar para Ti em nossa rotina diária.
Que cada manhã seja o início de mais um dia de entrega a Ti,Senhor.
Que cada noite nos encontre ainda mais unidos no amor familiar.
Faz, Senhor, das nossas vidas que quiseste unir, páginas repletas com a Tua luz.
Faz,Senhor, dos nosos filhos o que Tu anseias.
Ajuda-nos a orientá-los para Teus caminhos.
Que nos esforcemos no consolo mútuo.
Que façamos do do amor um motivo para amar-Te.
Que possamos dar o melhor de nós mesmos para sermos felizes no lar.
Que ao amanhecer o grande dia de irmos ao Teu encontro,nos conceda estarmos unidos para sempre em Ti.
Que Jesus abençoe todos os lares.
Dilly
terça-feira, 11 de maio de 2010
Aborto não realizado
Escrito por Jornal Caridade
Qua, 05 de Maio de 2010 22:59
A gravidez veio na hora indesejada, lembrava-se Laura.
Veio na hora errada e ainda trazia riscos de várias ordens.
A saúde debilitada, problemas familiares, o desemprego...
Seu primeiro impulso foi o aborto. Tomou uns chás que, em vez de resolver, a debilitaram ainda mais.
Recuperada, buscou uma dessas pessoas que arrancam, ainda no ventre, o chamado problema das mães que não desejam levar adiante a gestação.
Naquele dia, a parteira havia adoecido e faltara.
Laura voltou para casa preocupada, mil situações lhe passavam pela mente.
À noite, deitou-se e custou a adormecer, mas foi vencida pelo sono. No sonho, viu um belo jovem pedindo-lhe algo que, na manhã seguinte não soube definir.
Durante todo o dia não conseguiu tirar aquela imagem da mente, de sorte que esqueceu a gravidez.
Na noite seguinte voltou a sonhar com o mesmo jovem, só que acordou com a agradável sensação de tão doce quanto agradável Obrigado.
Era como se ainda visse seus lábios pronunciando palavras de agradecimento, enquanto de seu coração irradiava uma paz indefinível.
Desistiu do aborto.
enfrentou tudo, superou todos os riscos e saiu vitoriosa...
Hoje, passados 23 anos do episódio, ouve emocionada seu belo e jovem filho pronunciar, do púlpito da solenidade de sua formatura, ante uma extasiada multidão:.Agradeço sobretudo à minha mãe, que me alimentou o corpo e o Espírito, dando-me não só comida, mas carinho, companhia, amor e, principalmente, vida.
E, olhando-a nos olhos, o filho pronunciou, num tom inconfundível:
obrigado!
Ela não teve dúvidas. Foi o mesmo Obrigado, doce e agradável de um sonho, há 23 anos...
* * *
A mulher que nega o ventre ao filho que Deus lhe confia, nega a si mesma a oportunidade de ouvir a cantiga alegre da criança indefesa a rogar-lhe carinho e proteção.
Perde a oportunidade de dar à luz um Espírito sedento de evolução, rogando-lhe uma chance de reencarnar, para juntos superarem dificuldades e estreitarem laços de amizade e afeto.
Se você, mulher, está passando pela mesma situação de Laura, mire-se no seu exemplo e permita-se ser mãe.
Permita-se sentir, daqui alguns meses, o agradecimento no olhar do pequenino que lhe roga o calor do colo e uma chance de viver.
Conceda-se a alegria de, daqui alguns anos, ornamentar o pescoço com a jóia mais valiosa da face da Terra: os bracinhos frágeis da criança, num abraço carinhoso a lhe dizer:
Obrigado, mamãe, por ter me permitido nascer e crescer, e fazer parte desse Mundo negado a tantos filhos de Deus.
* * *
Todos nós voltaremos a nascer um dia...
Se continuarmos negando oportunidades de reencarnação aos Espíritos com os quais nos comprometemos antes do berço, talvez estejamos negando a nós mesmos a chance de uma mãe ou pai, no futuro.
Pensemos nisso!
Redação do Momento Espírita, com base em história
publicada no Jornal Caridade, de maio/junho 1997.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 3, ed. Fep.
Em 22.04.2009.
Escrito por Jornal Caridade
Qua, 05 de Maio de 2010 22:59
A gravidez veio na hora indesejada, lembrava-se Laura.
Veio na hora errada e ainda trazia riscos de várias ordens.
A saúde debilitada, problemas familiares, o desemprego...
Seu primeiro impulso foi o aborto. Tomou uns chás que, em vez de resolver, a debilitaram ainda mais.
Recuperada, buscou uma dessas pessoas que arrancam, ainda no ventre, o chamado problema das mães que não desejam levar adiante a gestação.
Naquele dia, a parteira havia adoecido e faltara.
Laura voltou para casa preocupada, mil situações lhe passavam pela mente.
À noite, deitou-se e custou a adormecer, mas foi vencida pelo sono. No sonho, viu um belo jovem pedindo-lhe algo que, na manhã seguinte não soube definir.
Durante todo o dia não conseguiu tirar aquela imagem da mente, de sorte que esqueceu a gravidez.
Na noite seguinte voltou a sonhar com o mesmo jovem, só que acordou com a agradável sensação de tão doce quanto agradável Obrigado.
Era como se ainda visse seus lábios pronunciando palavras de agradecimento, enquanto de seu coração irradiava uma paz indefinível.
Desistiu do aborto.
enfrentou tudo, superou todos os riscos e saiu vitoriosa...
Hoje, passados 23 anos do episódio, ouve emocionada seu belo e jovem filho pronunciar, do púlpito da solenidade de sua formatura, ante uma extasiada multidão:.Agradeço sobretudo à minha mãe, que me alimentou o corpo e o Espírito, dando-me não só comida, mas carinho, companhia, amor e, principalmente, vida.
E, olhando-a nos olhos, o filho pronunciou, num tom inconfundível:
obrigado!
Ela não teve dúvidas. Foi o mesmo Obrigado, doce e agradável de um sonho, há 23 anos...
* * *
A mulher que nega o ventre ao filho que Deus lhe confia, nega a si mesma a oportunidade de ouvir a cantiga alegre da criança indefesa a rogar-lhe carinho e proteção.
Perde a oportunidade de dar à luz um Espírito sedento de evolução, rogando-lhe uma chance de reencarnar, para juntos superarem dificuldades e estreitarem laços de amizade e afeto.
Se você, mulher, está passando pela mesma situação de Laura, mire-se no seu exemplo e permita-se ser mãe.
Permita-se sentir, daqui alguns meses, o agradecimento no olhar do pequenino que lhe roga o calor do colo e uma chance de viver.
Conceda-se a alegria de, daqui alguns anos, ornamentar o pescoço com a jóia mais valiosa da face da Terra: os bracinhos frágeis da criança, num abraço carinhoso a lhe dizer:
Obrigado, mamãe, por ter me permitido nascer e crescer, e fazer parte desse Mundo negado a tantos filhos de Deus.
* * *
Todos nós voltaremos a nascer um dia...
Se continuarmos negando oportunidades de reencarnação aos Espíritos com os quais nos comprometemos antes do berço, talvez estejamos negando a nós mesmos a chance de uma mãe ou pai, no futuro.
Pensemos nisso!
Redação do Momento Espírita, com base em história
publicada no Jornal Caridade, de maio/junho 1997.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 3, ed. Fep.
Em 22.04.2009.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
PASSE PELA AUTO ENERGIZAÇÃO
O "passe" é uma técnica muito usada que atua no sistema energético da pessoa, desbloqueando-o e lhe injetando novas e mais saudáveis energias,que muitos chamam de fluidos.
A eficiência do "passe" já tem sido cientificamenteconfirmada, através de inúmeras pesquisas.
É tambem possível ministramos esses recursos em nós
mesmos, num procedimento conhecido como "auto-passe".
É assim:
Comece procurando elevar sua freqüência vibratória,
voltando seu pensamento para Deus.
Vá então passando as mãos e, principalmente as pontas dos dedos,
como se estivesse limpando a pele, sempre de cima para baixo,
ou do meio para os lados, começando pela cabeça, mentalizando
a idéia de que está se limpando
Faça o mesmo ao longo do corpo, braços e pernas.
Enquanto estiver aplicando o "auto-passe", faça constantemente
a limpeza dos braços e mãos (da mesma forma como faz com o corpo)
para não ficarem impregnados com energias pesadas,
atirando essas energias para o chão.
Estes detalhes todos você mesmo vai podendo observar
e sentir em si mesmo, agindo e reagindo de
acordo com as circunstâncias.
Ao final erga os braços com as mãos abertas
e chame mentalmente a energia cósmica.
Você poderá senti-la como uma onda quente
penetrando pelas mãos ou mesmo como vibração.
Essa energia, depois de energizar o corpo retorna ao espaço.
O auto-passe funciona eficientemente como instrumento de limpeza e reequilíbrio do nosso Sistema Energético.
Na prática, podemos sentir com absoluta segurança os seus efeitos.
Quando estamos com esse sistema muito carregado,
nos primeiros movimentos do passe e conforme vamos passando
as mãos ao longo da cabeça, braços e corpo, podemos sentir arrepiamentos,
calafrios e até mesmo vários tipos de mal-estar.
com a continuidade do auto-passe, essas reações vão desaparecendo,
deixando apenas uma sensação de bem-estar
(Dila Freire)
SEJA UM HOMEM DE VALOR.
Não queira tornar-se um sucesso como homem, mas torne-se um homem da valor.
Um homem de valor dá mais a vida do que recebe dela.
Se voce pretende enriquecer, lembre-se de que, antes do saldo bancário,o que faz um homem rico é o coração..
Somos ricos pelo que somos e não pelo que temos.
Ao perseguir o alvo que voce busca, não se importe com as meias derrotas.
Deus nos examina pelas cicatrizes e não pelos diplomas. e saldos financeiros.
Construa no seu coração, um cemitério para enterrar os erros dos seus amigos.
Guarde esta imagem: no coração de um ciclone há sempre um lugar de perfeita calma.
Não se deixe abater pelas adversidades. Fuja para a tranquilidade de sua consciência.
Haverá alguns dias sem sol,mas não os haverá sem luz.
Se alguém dissecar por traz, lembre-se de que quando levamos ponta-pé pelas costas é sinal de que estamos na frente.
Não procure adiantar o tempo,porque assim atrasará o seu futuro.
Que a Paz de Jesus esteja sempre a nos guiar o caminho.
Dilly.
Um homem de valor dá mais a vida do que recebe dela.
Se voce pretende enriquecer, lembre-se de que, antes do saldo bancário,o que faz um homem rico é o coração..
Somos ricos pelo que somos e não pelo que temos.
Ao perseguir o alvo que voce busca, não se importe com as meias derrotas.
Deus nos examina pelas cicatrizes e não pelos diplomas. e saldos financeiros.
Construa no seu coração, um cemitério para enterrar os erros dos seus amigos.
Guarde esta imagem: no coração de um ciclone há sempre um lugar de perfeita calma.
Não se deixe abater pelas adversidades. Fuja para a tranquilidade de sua consciência.
Haverá alguns dias sem sol,mas não os haverá sem luz.
Se alguém dissecar por traz, lembre-se de que quando levamos ponta-pé pelas costas é sinal de que estamos na frente.
Não procure adiantar o tempo,porque assim atrasará o seu futuro.
Que a Paz de Jesus esteja sempre a nos guiar o caminho.
Dilly.
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PRECE DE CÁRITAS
SOU TEU ANJO
UM DIA A GENTE APRENDE.
♥i
♥♥

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